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MANÍ

Contemporânea

De um lado, dois jovens chefs –uma brasileira e um catalão. Do outro, dois administradores e uma apresentadora gaúcha e um empresário paulistano. Foi assim, da união entre Helena Rizzo, Daniel Redondo, Giovana Baggio, Rafael Lima, Fernanda Lima e Pedro Paulo Diniz, que o Maní nasceu, em março de 2006.

A história do restaurante começa com a busca de Fernanda e Pedro por uma alimentação orgânica e mais natural. Por que não abrir uma casa com esse perfil? Depois de passar uma temporada na Europa, onde conheceu Daniel, à época subchef do prestigiado El Celler de Can Roca, Helena voltou ao Brasil em 2004 e começou a considerar a proposta que a amiga Fernanda fizera tempos atrás. Convenceu o então namorado a deixar a Girona local para assumir, com ela, a cozinha do restaurante.

No dia 3 de março de 2006 o Maní abria as portas. Um ambiente contemporâneo e de aura solar, em que a busca pela simplicidade e aconchego guiaram o projeto arquitetônico. Começava, assim, a se delinear também um capítulo novo, fresco e inspirado da gastronomia brasileira. Com a filosofia de servir os mais frescos ingredientes, numa experiência que combinasse técnica e memória afetiva; invenção e tradição, o restaurante se tornou um sucesso local e internacional. Manteve, contudo, os valores de sua fundação e cresceu –o grupo tem também a Casa Manioca (espaço de eventos), o Restaurante Manioca (no Shopping Iguatemi) e a Padoca do Maní.

Em 2013, após receber inúmeros prêmios nacionais e internacionais, o Maní passou a integrar o ranking anual The World’s 50 Best Restaurants, um dos maiores balizadores da gastronomia internacional, estando atualmente na 41a posição. Em setembro de 2013, Helena Rizzo recebeu o prêmio Veuve Clicquot de melhor chef mulher das Américas e, em abril de 2014, o de melhor chef mulher do mundo. Em 2015, o restaurante conquistou uma estrela no guia Michelin, mantida na edição 2016. Em 2017, depois de uma década, o chef Daniel se desligou do grupo para se dedicar a projetos pessoais e a chef Helena seguiu à frente das outras casas do grupo.

Entre seus pratos icônicos estão o nhoque de mandioquinha com “dashi” de tucupi; “o ovo” (cozido em baixa temperatura, acompanhado de espuma de pupunha) e a sobremesa “da lama ao caos”, um tour de force de ingredientes improváveis, como compota de berinjela defumada, coalhada de queijo de cabra e gelatina de água de flor de laranjeira, com gradações diversas entre o doce e o salgado.

Location

Rua Joaquim Antunes, 210, Jardim Paulistano 55 11 3085-4148 | reservasmani@manimanioca.com.br | manimanioca.com.br 

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